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Como tudo começou

Desde que me adotaram, os meus humanos despertaram para toda uma realidade que até então desconheciam. Aprenderam que o amor é transcendente a todas as espécies animais, e que a família não precisa partilhar laços de sangue, nem tão pouco ser da mesma espécie. Ensinaram-me a ser um bom cão, e eu ensinei-os a serem Humanos. Mas este ano e meio de convivência serviu também para conhecerem centenas de outros patudos, alguns abandonados como eu fui, outros com famílias fantásticas, empenhadas em proporcionar-lhes vidas tão felizes quanto possível. Um dia, perguntei aos meus humanos, "porque é que as marcas e lojas para animais de estimação apresentam quase sempre patudos jovens e com pedigree?". Nesse momento, tive uma ideia: criar uma loja...

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